quarta-feira, 12 de outubro de 2011

FW: Sabe quem é Odilon de Oliveira? Não? Pois deveria!




  EST E  S I M, É O CARA !
  

Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o

 colchonete no piso frio da sala, puxa o 

edredom e prepara-se para dormir ali

 mesmo, no chão, sob a vigilância de sete

 agentes federais fortemente armados.

 Oliveira é juiz federal em Ponta Porã , 

cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira

 com o Paraguai e, jurado de morte pelo

 crime organizado, está morando no fórum

 da cidade. Só sai quando extremamente 

necessário, sob forte escolta. Em um ano,

 o juiz condenou 114 traficantes a penas, 

somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia,

 e ainda confiscou seus bens. Como os que 

pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade.

 'A única diferença é que tenho a chave

 da minha prisão.' 


Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

Traficantes brasileiros que agem no Paraguai

 se dispõem a pagar US$ 300 mil para vê-lo

 morto. Desde junho do ano passado, quando

 o juiz assumiu a vara de Ponta Porã, porta

 de entrada da cocaína e da maconha 

distribuídas em grande parte do País, as

 organizações criminosas tiveram muitas

 baixas.Nos últimos 12 meses, sua vara foi 

a que mais condenou traficantes no País.

Oliveira confiscou ainda 12 fazendas, num

total de 12.832 hectares , 3 mansões - uma,

 em Ponta Porã , avaliada em R$ 5,8 milhões

 - 3 apartamentos, 3 casas, dezenas de veículos

e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das

 drogas. Por meio de telefonemas, cartas 

anônimas e avisos mandados por presos,

 Oliveira soube que estavam dispostos a 

comprar sua morte.
'Os agentes descobriram planos para me 

matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.'

 No dia 26 de junho, o jornal paraguaio

 Lá Nación informou que a cotação do juiz no

 mercado do crime encomendado havia subido

 para US$ 300 mil. 'Estou valorizado', brincou.

 Ele recebeu um carro com blindagem para 

tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado.
Para preservar a família, mudou-se para o quartel

 do Exército e em seguida para um hotel. 

Há duas semanas, decidiu transformar o prédio

 do Fórum Federal em casa. 'No hotel, a escolta

chamava muito a atenção e dava despesa

 para a PF.' É o único caso de juiz que vive 

confinado no Brasil. A sala de despachos

de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de

 madeira, antes abarrotado de processos, estão 

colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal.

 O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família -

 mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para 

Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande.

 O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com 

seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos 

restaurantes e almoça um marmitex, comprado

 em locais estratégicos, porque o juiz já foi 

ameaçado de envenenamento. O jantar é feito

 ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um

 suco ou come uma fruta. 'Sozinho, não me arrisco

 a sair nem na calçada..'

Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

Uma sala de audiências virou dormitório, com 

três beliches e televisão. Quando o juiz precisa

 cortar o cabelo, veste colete à prova de bala 

e sai com a escolta. 'Estou aqui há um ano e 

nem conheço a cidade.' Na última ida a um 

shopping, foi abordado por um traficante. 

Os agentes tiveram de intervir. Hora extra.

 Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso.

 Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada,

 ele preenche o tempo com trabalho. De seu 'bunker',

 auxiliado por funcionários que trabalham até alta

 noite, vai disparando sentenças. Como a que

 condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo

, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, 

mais multa de R$ 285 mil e o confisco

 de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, 

além da perda de duas fazendas, dois terrenos 

e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi

 condenado a 10 anos de prisão e multa

 de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados

 respectivamente a 21 anos de reclusão e multa de

 R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa 

de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega 

traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 

11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil,

 três terrenos e uma caminhonete. 

Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, 

mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados

 R$ 875 mil e uma fazenda. 


Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

Doze réus foram extraditados do Paraguai a

 pedido do juiz, inclusive o 'rei da soja' no

 país vizinho, Odacir Antonio Dametto, 

e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito

 do traficante Luiz Fernando da Costa,

 o Fernandinho Beira-Mar. 'As autoridades

paraguaias passaram a colaborar porque estão

 vendo os criminosos serem condenados.' 

O juiz não se intimida com as ameaças e não se

 rende a apelos da família, que quer vê-lo 

longe desse barril de pólvora. Ele é titular de

 uma vara em Campo Grande e poderia ser

 transferido, mas acha 'dever de ofício' enfrentar

 o narcotráfico. 'Quem traz mais danos à sociedade

 é mega traficante. Não posso ignorar isso e 

prender só mulas (pequenos traficantes) em troca 

de dormir tranqüilo e andar sem segurança.'

ESTE É O CARA E MERECE

 NOSSOS APLAUSOS!

POR ACASO A MÍDIA NOTICIOU

 ESSA BRAVURA QUE O BRASIL 

PRECISA SABER? NÃO, AGORA 

SE ELE FOSSE UM BBB OU O 

JOGADOR DE FUTEBOL... 

APARECIA EM TUDO!

ESTE SIM, 

É UM VERDADEIRO BRASILEIRO!!!!

POR FAVOR, FAÇA A SUA PARTE!

DIVULGUE O MÁXIMO QUE PUDER!!

DIVULGUEM PARA O EXTERIOR PARA QUE VEJAM

 COMO É FEITA A "JUSTIÇA" NO BRASIL.

 

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